O veterano dos jornalistas da Tribuna do Norte, ainda em atividade Woden
Madruga, natalense, nascido em 1939, filho de HELENA MEIRELES MADRUGA (falecida
em 27 de abril de 2015, aos 99 anos de idade, guardas boas e nítidas
lembranças dos seus primeiros anos na imprensa construída por ALUÍZIO ALVES. No
primeiro momento duas chamaram a atenção da Princesa Isabel, 599, na Cidade
Alta, que nunca chegou a ser concretizada.
Em fevereiro de 1956, quando ingressou na TN
foi a convite do próprio José Gobat Alves. Aos 17 anos de idade Woden já tinha
a experiência de um repórter tarimbado na apuração de noticias. Havia
trabalhado no Diário de Natal ao lado de Luiz Mareia Alves e Xavier Pinheiro.
Com Alves – mais tarde, superintendente do veículo dos Associados em Natal – fz
a cobertura jornalistica do assassinado do ex-prefeito de Patu, Luro maia,
CRIME famoso na crônica policial natalense dos anos 50. Vim para ser repórter.
Mas, dois meses depois, dividia a reportagem com uma coluna diária, A “REVISTA
DA CIDADE”, que era publicada na segunda página. Notas sociais, uma pitada
sobre acontecimentos culturais, o ameno cotidiano natalense, lembra Woden
Mas essa primeira experiência na TN foi de
pouca duração. No ano seguinte Woden voltou ao Diário, passando também pelo
Jornal de Natal, veículo de propriedade de Djalma Maranhão. O retorno
definitico à TN se deu em 1964, desta vez para integrar a esquipe que estava
sendo montada pelo editor WALTER GOMES. Woden já estava formado em Direito e o
foco do seu interesse jornalístico, mas apurado, incluia uma grande variedade
de assuntos da política aos costumes locais, da cultura aos problemas urbanos
da cidade

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